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domingo, 24 de novembro de 2013

A conta da aliança ruralista

Notícia - 14 - nov - 2013
Após quatro anos de queda consecutiva, e um ano após aprovação do novo Código Florestal, o desmatamento na Amazônia retoma com força ritmo de aumento
Desmatamento identificado na Terra Indígena Tenharim (sul do Estado do AM), nas margens da rodovia Transamazônica (©Greenpeace/Marizilda Cruppe)
A curva do desmatamento na Amazônia mudou de rumo. E voltou a subir com força. Em anúncio realizado hoje em Brasília, coube à ministra do meio ambiente, Izabella Teixeira anunciar a primeira medição do desmatamento depois do novo Código Florestal: após quatro anos consecutivos de queda, 5.843 quilômetros quadrados de floresta foram perdidos entre agosto de 2012 a julho de 2013 - um valor 28% superior ao mesmo período do ano anterior. A mudança do uso da terra ainda é o principal fator que coloca o Brasil entre os dez países que mais emitem gases do efeito estufa.
Os números apenas confirmam tendência de aceleração da derrubada da floresta exposta ao longo do ano pelos alertas de desmatamento. Para Márcio Astrini, coordenador da campanha Amazônia do Greenpeace, a situação é resultado direto das concessões que o governo vem fazendo ao lobby ruralista no Congresso, como no caso da aprovação do novo Código Florestal. Segundo ele, a situação só tende a piorar caso sejam aprovadas as mais de 400 propostas de emendas constitucionais, projetos e portarias que estão em tramitação no Congresso e que  atentam contra as terras indígenas e unidades de conservação.
“O clima de ‘já ganhou’ após as quedas consecutivas do desmatamento, somado à anistia trazida com a aprovação do novo Código Florestal, deu fôlego a quem lucra com a derrubada da floresta e alimentou a sanha ruralista, que vem tentando moldar a legislação brasileira de acordo com seus interesses econômicos”, diz Astrini. “Enquanto isso, o CAR [Sistema Nacional de Cadastro Ambiental Rural], que ajudaria a revelar quem está desmatando e onde, ainda não saiu do papel.”
A pressão da sociedade civil ajudou a atingir uma redução histórica do desmatamento desde 2004, quando 27 mil quilômetros quadrados de floresta foram derrubados. A retomada do desmatamento pode colocar a perder uma década de esforços. Para evitar que isso ocorra, o Brasil precisa aprimorar medidas de comando e controle, além de adotar com urgência políticas estruturantes, como a regularização fundiária e criação e implementação de áreas protegidas.
“O desmatamento não atinge a Amazônia de forma isolada. Ele vem acompanhado de trabalho escravo, violência no campo e grilagem de terras. Além disso, a floresta presta serviços essenciais para o país, sendo responsável por grande parte das chuvas que irrigam nossas plantações e abastecem os reservatórios de água das grandes cidades. Portanto, o desmatamento não faz sentido, seja do ponto de vista social, ambiental ou econômico. Possuímos áreas abertas suficientes para dobrar nossa produção de alimentos sem desmatar mais nenhum hectare de floresta”, defende Astrini.
Ano passado, o Greenpeace e outras organizações da sociedade civil lançaram uma campanha por um projeto de lei de iniciativa popular pelo desmatamento zero. Mais de 930 mil pessoas já assinaram a petição, que será levada a Brasília
Corresponsabilidade
O aumento do desmatamento detectado neste ano reforça a importância de que mais setores da economia se comprometam com a preservação da floresta. As principais comercializadoras de soja do país e os três maiores frigoríferos brasileiros mantém atualmente propostas para que suas cadeias de produção estejam livres da destruição da Amazônia.
“O consumidor hoje em dia rechaça produtos que carregam o rastro da destruição da floresta ou de outros crimes. Ao assumir o compromisso do desmatamento zero, as empresas contribuem para a preservação do meio ambiente e para o aumento da governança na Amazônia”, finaliza Astrini.
1 comentárioAdicionar comentário
(Não registado) Priscila Bezerra says:
Ah sim, tinha lido em um jornalzinho aqui de Brasília, poxa, quando a gente pensa que está tudo indo bem, vem uma apunhalada dessas nas cost...
Enviado 15 - nov - 2013 às 19:35 Denunciar abuso Reply

Novos rumos para você

Quer ser mais que um simples turista? A seguir, 15 opções de viagem que trazem experiências únicas

RAFAEL BARIFOUSE E SUZANE FRUTUOSO
24/11/2013 09h53 - Atualizado em 24/11/2013 10h03
 
 
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Turismo de Experiência (Foto: ÉPOCA)
Em um tipo de viagem, o mais importante não é trazer uma mala cheia de compras, mas uma bagagem com novas experiências. Os registros mais relevantes não são as fotos, mas as mudanças interiores. A chance de trocar o turismo tradicional pela possibilidade de viver outras realidades e adquirir conhecimentos se tornou popular nos últimos anos. Em resposta a essa procura, surgem roteiros e destinos com a finalidade de mergulhar o viajante na realidade, não apenas esbarrar nela. Ele volta para casa não só com boas histórias, mas de alguma forma modificado. Experimentar a vida que Mahatma Gandhi levava na Índia pode ser tão transformador quanto cuidar de babuí­nos e guepardos órfãos numa reserva natural na Namíbia, na África. 
 
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turista? não, viajante 1. O Lago Atitlán, na Guatemala, onde há um retiro no escuro  2. Blue Creek, em Belize, aceita arqueólogos voluntários  3. Viajantes aprendem sobre cozinha mediterrânea na Grécia  4. Nova York é um bom lugar para estudar dança e ing (Foto: Leslie Clements/Getty Images, Dennis MacDonald/Getty Images e divulgação (4))
Para quem gosta de gastronomia, saber mais sobre o cultivo do cacau em fazendas no sul da Bahia pode ser algo tão especial quanto passar alguns dias no Instituto Inhotim, em Minas Gerais, para quem aprecia artes plásticas. Em alguns casos, é barato. Noutros, é preciso certo investimento. Em comum, todos têm o potencial de mudar quem participa. “O destino nunca é um lugar, mas uma nova forma de ver as coisas”, disse o escritor americano Henry Miller (1891-1980) sobre o ato de desbravar o mundo. A seguir, 15 opções de viagens no Brasil e no exterior em que a frase de Miller não é uma exceção, mas a regra. 

 
Viva como Mahatma Gandhi na Índia (Foto: Sam Panthaky/AFP)
Viva como Mahatma Gandhi na Índia
Em 1915, ao voltar da África do Sul, Mahatma Gandhi escolheu viver na casa de um amigo nos arredores da cidade de Ahmedabad. Lá, rejeitou a riqueza material e criou algumas das ideias que o tornaram famoso. Agora, quem vai a seu país pode experimentar como era a vida de Gandhi no local, chamado Kochrab Ashram. Os visitantes fazem os votos dele (como não violência e renúncia às posses), usam o khadi, seu traje de algodão típico, e cumprem a rotina de acordar às 5 da manhã e fazer trabalhos domésticos, além de meditar e rezar. Não se exige uma estadia mínima, mas é recomendado ficar ao menos cinco dias. 
Duração: Livre
Preço: US$ 16/noite 
Mais informaçõesmaroonmigrates.com
Desligue-se da tecnologia nos Estados Unidos (Foto: Divulgação)
Desligue-se da tecnologia nos Estados Unidos
Você fica em pânico quando esquece o celular em casa? Verifica as redes sociais a cada cinco minutos? Sente-se perdido se não há conexão de internet? Podem ser sinais de que sua relação com a tecnologia não é das mais saudáveis. Foi pensando nesse problema que o americano Levi Felix criou no ano passado a Digital Detox. Ele promove retiros em que são proibidos aparelhos eletrônicos, falar de trabalho ou usar nomes reais. Realizado em junho na Califórnia, o Camp Grounded funciona como acampamento de verão para adultos. Os participantes ficam em cabanas, praticam esportes e participam de oficinas.
Duração: 4 dias
Preço: A partir de US$ 495
Mais informações: thedigitaldetox.org
 
Passe alguns dias no escuro da Guatemala (Foto: Henryk As/Getty Images)
Passe alguns dias no escuro da GuatemalaAo chegar a San Marcos La Laguna, o visitante é recebido pela incrível paisagem do Lago Atitlán. O objetivo não é apreciar a vista, e sim passar alguns dias no breu. Numa casa nos arredores, fica-se num quarto simples, onde não entra luz. Segundo o organizador do retiro, Arpi Kremena, isso desacelera funções mentais e aguça os outros sentidos. “É uma prática milenar para atingir um estado de consciência profundo”, diz Kremena. O hóspede é incentivado a meditar e a fazer sessões leves de ioga por conta própria. Recebe diariamente duas refeições leves e pode conversar com conselheiros.
Duração: 2 dias (iniciantes) a 49 dias
Preço: A partir de US$ 109
Mais informações: dark-retreats.com

 
Faça aulas de dança e inglês em Nova York  (Foto: Divulgação)
Faça aulas de dança e inglês em Nova York Nova York é uma cidade onde se respira dança. Lá estão os musicais da Broadway e algumas das melhores escolas do mundo, como a Julliard e o New York City Ballet. Isso a torna um bom destino para estudar dança e melhorar o inglês. Nesse programa, os alunos fazem aulas de idioma por meio período e passam outra parte do dia aprendendo novos passos de balé clássico e contemporâneo, hip-hop ou sapateado, na escola Steps on Broadway. A acomodação pode ser com o pacote, ou é possível ficar numa casa de família.
Duração: 2 semanas
Preço: US$ 1.240
Mais informações: travelartha.com
 
Mergulhe na arte contemporânea em Inhotim (Foto: Renato Luiz Ferreira/Folhapress)
Mergulhe na arte contemporânea em InhotimDesde 2002, quando o Instituto Inhotim foi aberto em Brumadinho, no interior de Minas Gerais, o professor Charles Watson, da Escola de Artes Visuais do Parque Lage, passou a incluí-lo no projeto Dynamic Encounters, que há 22 anos leva grupos a cidades no Brasil e no exterior para conhecer o melhor da arte. Há ao menos duas viagens por ano a Inhotim, que abriga 500 obras de 100 artistas. Com Watson e mais quatro professores, os visitantes debatem sobre os trabalhos e entrevistam curadores. “Não é preciso ter conhecimento prévio de arte”, afirma Watson. “O importante é estar disposto a refletir sobre o que se vê no local.”
Duração: 4 dias
Preço: Sob consulta
Mais informações: (21) 2553-3748 
 
Escave ruínas da civilização maia em Belize (Foto: Getty Images/Lonely Planet Images)
Escave ruínas da civilização maia em Belize
Conhecida como Blue Creek, a área de 150 quilômetros quadrados no noroeste de Belize, na América Central, foi um dos pontos centrais do império maia entre 600 a.C. e 1.000 d.C. Por isso, a ONG americana Maya Research Program faz desde 1992 visitas arqueológicas a Blue Creek, entre maio e julho de cada ano. Nelas, um grupo de até 40 voluntários ajuda a escavar as ruínas locais e analisam em laboratório seus achados. A estadia é na estação-base da equipe local, e as refeições estão inclusas.
Duração: 2 semanas
Preço: US$ 1.750
Mais informações: mayaresearchprogram.org


 
Siga os passos do apóstolo Paulo velejando pela Turquia (Foto: Can Balcioglu/Fotolia)
Siga os passos do apóstolo Paulo velejando pela TurquiaRodeada pelo Mediterrâneo, a Turquia tem belas paisagens, marcos da história cristã, especialmente do apóstolo Paulo, que viveu e viajou pela região durante o século I. Desde 2010, a Biblical Archeology Society leva grupos a 22 desses locais, em cidades e ilhas turcas. Lá, conhecem igrejas, ruínas, sítios arqueológicos e praias. Os visitantes viajam num autêntico goulet, como são chamados os antigos veleiros turcos. Ele serve também como local de hospedagem. Os viajantes ficam instalados em cabines duplas em seu interior.
Duração: 14 dias
Preço: US$ 5.347 (sem passagem aérea)
Mais informações: bib-arch.org
 
Compreenda os fundamentos  do islamismo em Curitiba (Foto: Divulgação)
Compreenda os fundamentos do islamismo em Curitiba
Uma maneira simples de descobrir o islamismo, uma religião rica em história e ensinamentos, mas pouco conhecida no Brasil, é o roteiro do Instituto Brasileiro de Estudos Islâmicos. Há uma visita à mesquita de Curitiba, um curso sobre filosofia, a introdução à cerimônia da súplica (em que fiéis pedem perdão) e ao culto sagrado (equivalente à missa católica). “Ao tirar dúvidas, quebramos preconceitos”, diz Gamal Fouad El Oumairi, diretor do instituto. Dá para esticar a viagem até o templo Omar Ibn Al-Khatab, em Foz do Iguaçu. Estadia e passagens por conta do visitante.
Duração: 1 a 5 dias
Preço: Gratuito
Mais informações: ibeipr.com.br
 
Inicie-se no budismo num templo na Serra Gaúcha (Foto: Divulgação)
Inicie-se no budismo num templo na Serra Gaúcha
Dar os primeiros passos nos ensinamentos de Buda não exige uma viagem à Ásia. Em Três Coroas, no Rio Grande do Sul, o templo Khadro Ling oferece um retiro de dois dias para quem deseja conhecer a religião por meio de aulas, debates e atividades corporais. “Aprende-se também a acalmar a mente e a se concentrar com meditação”, diz a instrutora Maira Rocha. O retiro para iniciantes ocorre a cada dois meses. É a única ocasião em que é possível se hospedar no local (as refeições estão incluídas).
Duração: 2 dias
Preço: R$ 231
Mais informações: kl.chagdud.org 


 
Cuide de babuínos e guepardos numa reserva natural na Namíbia (Foto: Divulgação)
Cuide de babuínos e guepardos numa reserva natural na NamíbiaQuase metade do território da Namíbia é ocupado por parques e reservas, onde vivem animais selvagens. Apesar da proteção, alguns ficam órfãos quando os pais são vítimas de caçadores ilegais ou acidentes. Na reserva Noah’s Ark, o viajante cuida de babuínos e guepardos nessa situação. Também limpa jaulas e ajuda na manutenção do local. Há palestras sobre respeito à natureza, um safári e um tour ao deserto. A hospedagem na capital, Windhoek, é na vila de voluntários, uma ótima chance de fazer amigos.
Duração: 2 semanas a 3 meses
Preço: A partir de e 2.574 (sem passagem aérea)
Mais informações: ci.com.br  
Construa casas para famílias carentes nas grandes cidades (Foto: Divulgação)
Construa casas para famílias carentes nas grandes cidades
A ONG Teto realiza desde 2006 mutirões
no Rio e em São Paulo, em que voluntários dedicam
até dois dias à construção de casas de madeira pré-fabricadas. A ONG também organiza trabalhos de verão e inverno, em que os participantes, entre 18 e 30 anos, passam nove dias vivendo e trabalhando em comunidades carentes, hospedados em escolas públicas. “Dormir no chão com centenas de pessoas nos faz fugir de nossa zona de conforto
e ouvir mais o outro”, diz Pedro Oliveira, da Teto.
Os próximos mutirões serão em fevereiro.
Duração: 9 dias
Preço: R$ 60
Mais informações: teto.org.br 
 
Ajude no dia a dia de uma comunidade no Nepal (Foto: Divulgação)
Ajude no dia a dia de uma comunidade no Nepal
Tombado como patrimônio da humanidade pela Unesco, o pequeno Nepal tem um grande acervo cultural e natural – e problemas sociais de igual magnitude. Cerca de um quarto dos 27 milhões de habitantes vive abaixo do nível da pobreza, e um terço é analfabeto. Por isso, os voluntários são não apenas bem-vindos, mas necessários. O visitante escolhe entre trabalhar numa escola pública, num centro médico infantil, num orfanato (foto acima) e num centro de capacitação de mulheres. A hospedagem é numa casa de família.
Duração: 2 semanas a 3 meses
Preço: A partir de € 774 (sem passagem aérea)
Mais informações: cicom.br

 
Aprenda sobre cozinha mediterrânea numa ilha grega (Foto: Can Balcioglu/Fotolia)
Aprenda sobre cozinha mediterrânea numa ilha grega
Há oito anos, Aglaia Kremezi e Costa Moraitis foram passar o verão na Ilha de Kea. Nunca mais voltaram à capital Atenas, a duas horas dali. Desde então, de maio a setembro, recebem visitantes que desejam saber mais sobre a culinária local, em que se especializaram. “Não é uma escola. É uma visita a nossa casa”, diz Moraitis. Na cozinha e no quintal dos anfitriões, um grupo de até dez pessoas aprende a fazer pratos típicos. A hospedagem não está inclusa, mas o casal indica locais próximos. Há degustação de vinhos, queijos e mel.
Duração: 6 dias
Preço: € 1.555 (sem passagem aérea nem hospedagem)
Mais informações: keartisanal.com 
 
Libere o chocólatra que há em você no sul da Bahia (Foto: Divulgação)
Libere o chocólatra que há em você no sul da Bahia
Quem é fã de chocolate ou simplesmente curioso pode aprender muito com o roteiro da agência Gouté. Os visitantes vão a quatro fazendas de Ilhéus e Itacaré para saber mais sobre a colheita do cacau, sua classificação, fermentação, secagem, torra e modo como é usado para fazer chocolate. O grupo é acompanhado por Juliana Motter, da doceria Maria Brigadeiro. “Ela está sempre em contato com os fazendeiros e estuda muito sobre o assunto”, diz Daniela Hispagnol, da Gouté. Degustações e refeições em que o cacau dá o tom estão incluídos.
Duração: 4 dias
Preço: R$ 4.155 (quarto duplo, sem passagem aérea)
Mais informações: goute.com.br 
 
Desvende a produção da cachaça numa fazenda mineira (Foto: Divulgação)
Desvende a produção da cachaça numa fazenda mineira
Desde 2012, a cachaça tem nos Estados Unidos um selo de origem como o conferido à tequila, do México, e ao uísque, da Escócia. Sinal de um novo status, que aumentou o interesse por saber como é feita. “A procura cresceu 50% no último ano”, diz Armando Lacerda. Ele organiza o curso de mestre alambiqueiro da Associação Mineira dos Produtores de Cachaça de Qualidade em Itaverava, em Minas Gerais. Há aulas teóricas e práticas, com estadia, refeições, treinamento e estágio inclusos. O aluno ainda prepara sua própria cachaça artesanal.
Duração: 11 dias
Preço: R$ 2.100
Mais informações: ampaq.com.br

FÉ SOLIDÁRIA: Pastoral da Criança, jovens e Past. Familiar - Paroóquia de Santo Afonso


A responsabilidade com a coletividade à qual pertence é preocupação e ação constante Paróquia de Santo Afonso. Estamos buscando participar, de forma concreta, da vida de nossa comunidade.O Papa Francisco incentiva a solidariedade como eixo central para as ações da Igreja católica, orientando para  que haja mais engajamento social por parte dos movimentos e pastorais.
Com esse pensamento durante o ano todo,  nossa paróquia incentiva e oportuniza as ações sociais na comunidade.  O evento Fé Solidária,  uma ação concreta da consciência social de nossa paróquia, irá distribuir 220 mini cestas básicas, neste domingo,  24 de novembro, dia de Cristo Rei,  à partir das 9h 30m, em nosso salão paroquial, para as famílias carentes de nossa comunidade. A realização deste evento foi possibilitada por alunos da Escola Joaquim Nogueira que, em forma de gincana, arrecadaram os alimentos e fizeram a doação.
FotoAgradecemos a confiança dispensada aos jovens da nossa paróquia pelos alunos da escola e esperamos retribuir com trabalho e dedicação.
Auristela Leite.

Internauta destaca lado argentino das cataratas e as ruínas das Missões

Vista a partir do país vizinho possibilita observar a 'Garganta do Diabo'.
Tem alguma dica de destino dentro ou fora do Brasil? Envie para o G1.

Gabriela MoraesInternauta, Campo Grande, MS

Ruínas de missões jesuíticas no norte da Argentina, visitado por leitora (Foto: Gabriela Moraes/VC no G1)Ruínas da missão jesuítica de San Ignacio Miní, no norte da Argentina, visitado por leitora (Foto: Gabriela Moraes/VC no G1)
Buenos Aires é um dos destinos mais apreciados pelos brasileiros em viagens internacionais. A gélida Patagônia, também na Argentina, de vez em quando aparece entre nós como um possível destino de férias. Mas a leitora Gabriela Moraes lembra que há atrativos que merecem ser conhecidos no nordeste do país vizinho: as ruínas das Missões e a cidade de Puerto Iguazú, que abriga o lado argentino das cataratas.
A internauta sul-matogrossense conta que, antes de chegar à Argentina, seguiu rumo a Foz do Iguaçu, no Paraná. "Viajei para lá a convite de minha irmã, que faria essa viagem junto com o meu cunhado e minha sobrinha. Não gosto muito de dirigir na estrada, então pensei na oportunidade de perder este medo... e foi o que aconteceu! Dirigi todo o trajeto Campo Grande-Foz do Iguaçu. E de lá fui até as ruínas na Argentina", afirma Gabriela, funcionária pública de 48 anos. Foram 750 km percorridos até a fronteira. E depois mais 300 km até a região em que se encontram os restos das missões jesuíticas. "Aliás, as estradas argentinas estavam ótimas."
O local é declarado pela Unesco Patrimônio Mundial da Humanidade. San Ignacio Miní, Santa Ana e Nuestra Señora de Loreto foram as missões visitadas pela leitora.
As construções foram erguidas entre os séculos 17 e 18 na região habitada por índios guaranis. Cada um dos conjuntos de ruínas estão entre 40 km e 60 km distantes da cidade de Posadas, a maior da província argentina de Misiones. São encontradas igrejas, residências dos padres e escolas. A área foi alvo de ataques de bandeirantes lusobrasileiros e teve que passar por reconstruções e mudanças de locais. Foi no final do século 19 que se iniciou um projeto de preservação do que havia restado das missões.
San Ignacio Miní, a de aparência mais portentosa, tem como atrativo extra um espetáculo de luzes e sons durante as visitas noturnas.
Garganta do Diabo, queda d'água no lado argentino das Cataratas do Iguaçu (Foto: Gabriela Moraes/VC no G1)Garganta do Diabo, queda d'água no lado argentino das Cataratas do Iguaçu (Foto: Gabriela Moraes/VC no G1)

No mesmo dia pode-se chegar a Puerto Iguazú. "O lado brasileiro das cataratas é de onde se faz as melhores fotos; do lado argentino, o mais bonito é a Garganta do Diabo. Na verdade, os dois lados são 'de tirar o fôlego'... maravilhoso mesmo!", afirma a Gabriela.
É uma questão realmente de perspectiva. As melhores vistas se conseguem ao estar do lado de Foz do Iguaçu e também é por lá que se faz o requisitado passeio Macuco Safari em que, segundo a internauta se escuta "o estrondo das quedas e não há como não ficar encharcado pelas águas da cachoeira".
Beija-flor fotografado no Jardín de los picaflores, em Puerto Iguazú (Foto: Gabriela Moraes/VC no G1)Beija-flor fotografado no Jardín de los picaflores
em Puerto Iguazú (Foto: Gabriela Moraes/
VC no G1)
Mais de 80% das cataratas ficam na parte argentina e é lá que se pode ver de perto a impressionante Garganta do Diabo, uma queda d'água de aproximadamente 80 metros de altura e uma largura que chega a 2.800 metros.
Fora das cataratas, na cidade de Puerto Iguazú, a internauta destaca o Jardín de los Picaflores: "Um pequeno lugar onde o turista pode contemplar inúmeros tipos de beija-flor". E também El Tacurú, salão de venda de artesanatos de diferentes regiões da Argentina, além da oportunidade de experimentar um sorvete de erva mate nas ruas
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Indonésia: Vulcão entra em erupção oito vezes


Sinabung 'vomitou' cinzas e rochas no norte da ilha de Sumatra.
Governo pede para que moradores deixem suas casas.

Da AFP

Vulcão expele cinzas após entram em erupção 8 vezes neste domingo na Indonésia (Foto: Sutanta Aditya/ AFP)Vulcão expele cinzas após entrar em erupção 8 vezes na Indonésia (Foto: Sutanta Aditya/ AFP)
Um vulcão na Indonésia ocidental entrou em erupção oito vezes em apenas algumas horas neste domingo, disseram autoridades. Ainda segundo relatos, "choveu pedras" sobre uma grande área, fazendo com que milhares de pessoas fugissem de suas casas.
O vulcão Sinabung está em erupção desde setembro, mas entrou em "estado de alerta" na tarde de sábado (23) e manhã deste domingo (24), "vomitando" repetidamente cinzas em brasa e rochas a até oito quilômetros no ar.
De acordo com a Agência Nacional de Gestão de Desastres, cerca de 12.300 pessoas foram retiradas de suas casas desde que o vulcão voltou a ficar ativo.
"As pessoas entraram em pânico na noite passada pois a erupção foi acompanhada de um som estrondoso alto e vibrações. Depois começou a chover rochas para baixo", disse o funcionário do governo local Robert Peranginangin .
"As pessoas correram desordenadamente para fora de suas casas e gritaram por ajuda". Ele acrescentou que não houve vítimas nas últimas erupções.
O Centro Indonésio de Catástrofes Geológicas e Vulcanológicas elevou o nível de alerta para o vulcão, que fica na ponta norte da ilha de Sumatra, para o ponto mais alto em uma escala de quatro estágios, o que significa uma erupção em iminente perigo.
O porta-voz das agências nacionais de desastres, Sutopo Purwo Nugroho, disse que o governo está ligando para as pessoas que vivem dentro de um raio de cinco quilômetros do vulcão, pedindo para deixarem suas casas.
Sinabung vomitou repetidamente cinzas em brasa e rochas a até oito quilômetros no ar na Indonésia (Foto: Sutanta Aditya/ AFP)Sinabung vomitou repetidamente cinzas em brasa e rochas a até oito quilômetros no ar na Indonésia (Foto: Sutanta Aditya/ AFP
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